Perceba que
estou falando de um reles VOLANTE, algo que há de sobra no futebol mundo afora.
Ainda se fosse um meia ou um atacante goleador...O mesmo que prejudicou a seleção brasileira em 2010 ao pisar no jogador holandês, já caído no chão (prática corriqueira na carreira do jogador), sendo expulso pelo destempero.
O que faz os
presidentes destes clubes acharem que Melo é a solução para alguma coisa? Caro,
indisciplinado, desleal com colegas de profissão, seu retorno serviria, quando
muito, como jogada (discutível) de marketing. Repatriar atletas brasileiros que
estão no exterior há um bom tempo, às vezes funciona. Mas com um jogador a
altura da empreitada.
O
Corinthians teve êxito com Ronaldo e tentou repetir a dose com Alexandre Pato.
Deu com os burros n’água, mas a ideia era interessante. Caro demais, mas
interessante. Com Felipe Melo há um enorme risco de ter um jogador
desagregador, que constantemente deixará seu time na mão –seu histórico de expulsões
é uma enormidade.
Ao clube que
conseguir contratá-lo (no caso, o Palmeiras), boa sorte. Vai precisar muito.
Em tempo: o
Palmeiras parece ter acometido da mesma doença que o S.C. Corinthians, no ano
em que faturou seus principais títulos: com recorde de faturamento resolveu
gastar mais do que deveria. Resultado: em 2016, apenas quatro anos depois de
seus maiores feitos, vive uma decadência ímpar. Resta saber se os palmeirenses
tirarão uma valorosa lição do infortúnio de seu arquirrival, ou se irá se
afogar nos milhões dos patrocinadores e cotas de TV. O tempo dirá.



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